SPIRITUSNET
SPIRITUSNET

IDÉIAS INSTANTÂNEAS
SOBRE A VIDA,SENTIMENTOS,
TEMPO ALMA E INFINITO ESPIRITUAL,
APRENDER A CADA DIA ALGO DIFERENTE...
UMA CONTÍNUA BUSCA DO CONHECIMENTO....




Comments: Sábado, Dezembro 13, 2008

Art. 142º -

I - submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro;
II - desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania;
III - internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional:

Pena - reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes

postado por: cristiano knoll Sábado, Dezembro 13, 2008



Comments: Manifesto à Nação Brasileira





Nós, do Conselho Maçônico de Sorocaba e Votorantim, tendo jurado "Glorificar a Verdade e a Justiça" e " ...promover o bem estar da Pátria e da Humanidade", vimos, por meio deste manifesto, demonstrar nosso veemente repúdio para com as espoliações anunciadas de nosso Território, que se quer perpetrar contra o Povo Brasileiro, inclusive afetando as gerações futuras, decorrente da demarcação da Reserva Indígena Raposa da Serra do Sol (RIRSS), em áreas contínuas e com superfície desproporcional ao número de índios, de diversas etnias, que nela habitam.

Não somos contra os direitos das tribos indígenas, desde que tais direitos não se amparem em ingerências de organismos nacionais e internacionais, que possam colocar em risco a Soberania Nacional.


I - DIRIGIMO-NOS:

1 - Ao Poder Judiciário, particularmente ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável precipuamente pela guarda da Constituição da República Federativa do Brasil (Constituição) como redigida em seu Art. 102º e a quem cabe decidir em favor da união indissolúvel da Nação e de sua soberania, como reza seu Art. 1º;

2 - Aos integrantes do Poder Legislativo (Câmara dos Deputados e Senado), nossos representantes eleitos e Legais, responsáveis pela fiscalização dos atos exercidos pelos poderes constituídos;

3 - Às Forças Armadas, Instituições Nacionais Permanentes e Regulares, destinadas à defesa da Pátria (Art. 142º da Constituição);

4 - Às Associações de Classe, Empresariais e de Trabalhadores Brasileiros;

5 - Às Instituições Universitárias, Acadêmicas e Estudantis;

6 - À População Brasileira.

Para alertá-los sobre, fatos, decisões, concessões e constatações de extrema gravidade, no cenário Político-Estratégico da Amazônia Brasileira, neste início de século XXI, conclamando, a todos os nominados a agir, dentro de suas esferas de atuação, para que não exista a possibilidade de desmembramento do Território Nacional, em decorrência da política indigenista adotada desde Governos anteriores até ao Governo atual.

II - APRESENTAMOS OS FATOS

1 - Em decreto assinado pelo Exmo. Presidente Fernando Collor de Mello, em 15 de novembro de 1991, uma área demarcada de forma contínua de 96.649 km² na fronteira com a Venezuela, foi transformada na Reserva Indígena Ianomâmi (RII). Essa superfície foi e é destinada a cerca de 5.000 índios, e onde se encontram vastas riquezas minerais, inclusive as maiores reservas conhecidas no mundo de Titânio, Ouro e Diamantes. A assinatura de tal decreto foi o resultado de pressões diretas de Governos Estrangeiros, executadas com diligência e paciência, desde o final da década de 60.

2 - Em 15 de abril de 2005, o Exmo. Presidente Luis Inácio Lula da Silva assinou um decreto de homologação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (RIRSS), em área contínua, nas fronteiras com a Venezuela e Guiana (ex-Guiana Inglesa e hoje membro da "Commonwealth of Nations" - Comunidade das Nações - antiga Comunidade Britânica). A área abrange 160.000 km², habitada por cerca de 16.000 índios. Seu subsolo é rico em Diamantes, Ouro e Nióbio, sendo este um metal fundamental para as pesquisas de FUSÃO NUCLEAR, que promete acabar com a dependência da energia gerada pelo Petróleo.

Juntas as Reservas Indígenas totalizam uma área de 256.649 km² destinadas a 21.000 índios, ou seja, cada índio ocupa 12,22 km² (densidade populacional de 0,08 índios por km²).

Apenas para efeito de comparação, nos Estados Unidos da América a área total das Reservas Indígenas é de 225.000 km², para uma população indígena de 2.786.652, o que dá 0,081 km² para cada índio (densidade populacional de 12,38 índios por km²).

Se excluirmos a Reserva Indígena Ianomâmi e a Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (território e população indígena) do cálculo de nosso Território e População (8.514.876 km² e População de 183.987.291 habitantes, segundo IBGE em 2007), teremos cada habitante ocupando 0,045 km² (densidade populacional de 22,28 habitantes por km²).
Outro dado importante: a área da Reserva Indígena Ianomâmi e a Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, somadas, equivalem a área da Grã-Bretanha (258.256 km²). Essa área é ocupada por cerca de 60.000.000 de habitantes, ou seja, cada habitante Britânico ocupa 0,004 km².

Como se verifica, a área destinada aos índios pelo Governo Brasileiro ultrapassa qualquer bom senso.

3 - Há vários anos, declarações importantes sobre a "internacionalização da Amazônia", a "soberania relativa dos Brasileiros sobre este território"e outras do gênero, vêm sendo feitas por entidades e dirigentes dos Países detentores de tecnologia, os maiores usuários de matérias primas, conforme "Declarações" no final deste documento.

4 - A Emenda Constitucional nº 45/2004, introduziu no Art. 5º da Constituição, os parágrafos 3º e 4º, que dizem, textualmente:

§ 3º - Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.

§ 4º - O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão.


5 - Os Diplomatas Brasileiros, cumprindo determinação do Exmo. Presidente Luis Inácio Lula da Silva, assinaram, em 13 de setembro de 2007, a Declaração da Organização das Nacões Unidas (ONU) sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Em que pese a ambígua e única redação, protegendo os direitos dos "Estados" (Art. 46º), os Art. 3º e 45º, dentre dezenas de outros, exemplificam bem a real intenção de tal documento.

Artigo 3º

Os povos indígenas têm direito à livre determinação. Em

virtude desse direito, determinam livremente a sua condição

política e perseguem livremente seu desenvolvimento.



Artigo 45º

Nada contido na presente Declaração interpretar-se-á

no sentido de que se limitem ou anulem os direitos

que os povos indígenas têm na atualidade, ou possam

adquirir no futuro.


Como se verifica com uma simples leitura deste item, e do anterior (Emenda Constitucional), a Declaração da ONU tem que ser ratificada pelo Congresso, e se o for, tem força de Lei. Ou seja: um documento que possibilita nosso desmembramento territorial estará incluído em nossa Constituição. E os Brasileiros que agirem contra, serão submetidos ao Tribunal Penal Internacional!

Está aberto o caminho, sob tutela da ONU e endosso de nossos representantes, para que "Nações Indígenas" esquartejem o Brasil.

É fato também que, os Estados Unidos da América, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que têm indígenas em seus Territórios, não são signatários da Declaração da ONU, mas o primeiro tem assento permanente no seu Conselho de Segurança, e os demais são membros da Comunidade das Nações (Britânicas), e todos têm interesses específicos na região Amazônica.

6 - A Lei Federal nº. 11.284, de 02 de março de 2006, que dispõe sobre a gestão de florestas públicas, permite que empresas multinacionais com sede no Brasil, explorem áreas do tamanho de países, para "produção sustentável" e, no Art. 35º, prevê até 40 anos para exploração dessas florestas, de "acordo com o ciclo de colheita ou exploração", e até 20 anos, para exploração de "serviços florestais".

7 - Segundo a Polícia Federal e a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) existem ONGs (organizações não governamentais) estrangeiras e "Missões Religiosas" que, a pretexto de "filantropia ecológica", ou de apoio à cultura indígena, na realidade praticam o contrabando de minerais e madeiras, a biopirataria, e o aliciamento de indígenas para sua causa, efetuando, ainda, minuciosos levantamentos estratégicos das riquezas minerais do subsolo da Amazônia, notadamente das áreas das Reservas Indígenas, enviando-os aos Países patrocinadores, os maiores interessados na riqueza mineral da região.

8 - Existem "Missões Religiosas" e ONGs nacionais e estrangeiras, que estão aliciando nossos indígenas de modo que as tribos por eles influenciadas, por vezes, nem falam a Língua Portuguesa (exprimindo-se, porém, em inglês e francês), e seus membros são levados a estudar no exterior, voltando impregnados de ilusões e conceitos contrários aos interesses do Povo Brasileiro.


III - EXIGIMOS

Como Brasileiros, e preocupados com a Nação que iremos legar aos nossos descendentes, que:

1 - O Poder Executivo cesse imediatamente esta política indigenista equivocada, leniente, e conivente com os interesses internacionais, em detrimento de nossa autodeterminação enquanto Nação Soberana;

2 - Sejam responsabilizados, e punidos de acordo com as Leis Brasileiras, todos os indivíduos que se encontrarem em solo brasileiro, representantes de ONGs, "Missões Religiosas" e seus congêneres, envolvidos com a biopirataria, com o contrabando de minerais e madeira, com o aliciamento de indígenas Brasileiros, e a espionagem de nossas riquezas.


IV - SOLICITAMOS:

1 - Ao STF, em sintonia com suas obrigações constitucionais, parecer contrário à demarcação contínua, e em área de fronteira, da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, estendendo à Reserva Indígena Ianomâmi, e a outras em igual situação, sua decisão.

2 - Ao Congresso Nacional que não endosse a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas, preservando o Brasil, sem dar margem a possíveis ações dos atores globais, baseadas em nossos próprios equívocos, com o intuito de espoliar nosso território e nossas riquezas (Culturais, Étnicas, Naturais e outras)

3 - Às Forças Armadas, presentes na Amazônia, em especial nas regiões de fronteira, para que ocupem todos os espaços que lhes cabem, inclusive dentro das Reservas Indígenas, pois serão, como sempre, o último baluarte e argumento quando toda a Diplomacia falhar, no interesse de nosso País, agindo, como se espera que hajam, com a autoridade moral que sempre tiveram em defesa da Pátria.

E ainda zelem pelas nossas Leis, com base no Art. 142º do Código Penal Militar, agindo Legalmente contra indivíduos ou organizações que atentem contra nossa integridade e soberania:

Art. 142º - Tentar

I - submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro;
II - desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania;
III - internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional:

Pena - reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes


4 - Às Associações de Classe, Empresariais e de Trabalhadores Brasileiros; às Instituições Universitárias, Acadêmicas e Estudantis; e a todo o Povo Brasileiro, que reflitam sobre a Nação que iremos legar aos nossos filhos e netos, e não se omitam, unam-se e participem dessa luta, que é de todos e por todos nós.


Sorocaba, SP, 30 de setembro de 2008.




Conselho Maçônico de Sorocaba e Votorantim

José Marcos de Souza Barros

Presidente







DECLARAÇÕES


"Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas"
(Margareth Tatcher, 1983, então Primeira-Ministra da Inglaterra).

"Só a internacionalização pode salvar a Amazônia"
(Grupo dos Cem, 1989, Cidade do México).

"A destruição da Amazônia seria a destruição do Mundo"
(Parlamento Italiano, 1989).

"Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós"
(Al Gore, 1989, então Vice-Presidente dos Estados Unidos).

"O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia"
(François Mitterrand, 1989, então Presidente da França).

"A Amazônia deve ser intocável, pois constitui-se no banco de reservas florestais da Humanidade"
(Congresso de Ecologistas Alemães, 1990).

"O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes"
(Mikhail Gorbachev, 1992, ex-Presidente da extinta União Soviética).

"As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todos no mundo. As campanhas ecologistas internacionais que visam à limitação das soberanias nacionais sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandística para dar início a uma fase operativa, que pode, definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região".
(John Major, 1992, então Primeiro Ministro da Inglaterra).

"A Amazônia é um patrimônio da humanidade. A posse dessa imensa área pelos países mencionados (Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru e Equador) é meramente circunstancial".
(Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, reunidas em Genebra, 1992).

"É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes para o desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico".
(Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, reunidas em Genebra, 1992).

"Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus intentos".
(Henry Kissinger, 1994, ex-Secretário de Estado americano).

"A liderança dos Estados Unidos exige que apoiemos a diplomacia com a ameaça da força"
(Warren Christopher, 1995, então Secretário de Defesa dos Estados Unidos).

"Se o Brasil quiser fazer um uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente dos Estados Unidos, precisamos interromper esse processo imediatamente."
(General U. S. Army, P. Hugges, em 1998, então Diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos - DIA).

"Se definirmos as florestas tropicais como bem público, diante do papel fenomenal que elas têm, então se impõe um certo número de regras de gestão coletiva delas"
(Pascal Lamy, em 2005, então Comissário do Comércio da União Européia, e hoje Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio - OMC).

"A Amazônia é um recurso global."
(Barack Obama, candidato do Partido Democrata ao cargo de Presidente dos EUA, em 2008).



--
"A MAÇONARIA é UNIVERSAL - SEM FRONTEIRAS, em qualquer ORIENTE,
de qualquer RITO, de qualquer POTÊNCIA, somos todos IRMÃOS".

postado por: cristiano knoll Sábado, Dezembro 13, 2008



Comments: Quarta-feira, Novembro 26, 2008

2012,próximo período previsto para o novo ciclo de tempestades solares, segundo os pesquisadores na ocasião poderá ocorrer o Evento Solar perfeito que causará uma grande transformação,segundo as profecias maias e de povos antigos, o evento solar também sincroniza com um evento de alinhamento cósmico maior… Muitos textos relacionam esta época com tempos em que mudaremos a maneira de como vemos o mundo…

postado por: cristiano knoll Quarta-feira, Novembro 26, 2008



Comments: Domingo, Novembro 23, 2008

O carma universal
O objetivo desta série de conversas é compreender perfeitamente o carma. Isto porque muito se fala neste planeta a respeito de carmas, mas pouco se conhece sobre o que realmente ele é. Iremos, então, nos próximos dias, conversar sobre ‘o carma’.

Primeiro detalhe: carma não tem nada a ver com aquilo que você imagina que é. Digo isto porque para muitos o carma é uma pena, um castigo, ou seja, uma razão de sofrimento. Mas o carma, dentro do conhecimento universal deste tema, não é isso.

Carma é a reação a uma ação; instrumento do qual a lei de causa e efeito se utiliza para agir. O carma é o efeito gerado por uma causa. Só isso; mais nada que isso.

Carma nada tem ver com castigo, aplicação de penas ou julgamento. Carma é o resultado de uma soma: dois mais dois é sempre igual a quatro. Ou seja, é o carma é o momento subseqüente derivado de um determinado tipo de ação.

Ele é só isso. Todo resto que a humanidade imagina sobre o carma (ser penalidade, castigo) é tudo ilusão, porque o carma, como acabou de ser definido, é a exata colheita do que foi plantado.

Quem planta arco-íris colhe bonança; quem planta vento colhe tempestade. Não como pena ou castigo por ter semeado determinada semente, mas porque esta é a única produção que pode ser colhida a partir daquela semeadura. Este é o carma.

Desta forma, se ele não é nem pena nem castigo, não há razão de sofrer quando ele ocorre. No entanto, muitos podem sofrer durante a ação do carma, assim como muitos podem ter prazer também durante ela. Isto é opção livre (livre arbítrio) de cada um.

Portanto, não é o carma em si que faz o prazer ou a dor, mas cada um ao vivenciar o seu pode optar por sofrer (sentir-se penalizado ou condenado) ou ter prazer (sentir-se agraciado pela ação carmática).

Este é o primeiro aspecto ligado ao carma que gostaria de deixar bem claro: ele não está vinculado a prazer ou a dor, mas está simplesmente respondendo a alguma coisa que foi anteriormente feita pelo ser universal.[1]

Participante: Se é uma reação a uma ação, e a ação é um ato que é praticado pelo personagem[2] que o espírito vivencia durante a encarnação, então o carma é do personagem somente?

Não falei em ação como ato, mas como atividade. Você como ser universal tem a sua atividade espiritual, que não é mexer braços (ato físico) já que espírito não possui este elemento. Falei em atividade espiritual do ser universal naquilo que o espiritismo chama de erraticidade.

Então o carma é do espírito, pois acontece durante a encarnação ou não. No entanto, o carma mas não está nele (espírito). Já compreenderemos melhor, mas por enquanto saiba que o carma não está no ser universal.

postado por: cristiano knoll Domingo, Novembro 23, 2008



Comments: Amor ao próximo é acima de tudo colocar-se à disposição de Deus para servir de instrumento aos carmas do próximo. Este é o maior amor que alguém pode expressar pelo outro.

Por que? Porque só existe uma realidade: a espiritual. E a realidade espiritual é que a vida carnal é uma sucessão de carma onde existem provas a serem vencidas.

O amor ao próximo não é o amor ao ser humano, mas ao espírito que está humanizado ligado àquela carne através de um determinado ego. Se isto é verdade, como, então, posso amar ao próximo?

Auxiliando-o a vivenciar os seus carmas e com isso criando uma prova que lhe dará a oportunidade de exercer o amor incondicional e com isso alcançar a elevação espiritual.

Eu vou dar um exemplo. Quase todos que já tiveram contato com a doutrina espírita, seja por literatura ou estudo, já ouviram falar em expiação, ou seja, carma. Este ensinamento, na concepção espírita diz que o ser humanizado precisa passar por determinadas situações para expiar faltas anteriores.

Vamos supor uma expiação que é comum na literatura espírita: o espírito “matou” alguém em outra vida e, por isso, na próxima terá que expiar esta ação, ou seja, ele adquire o carma de morrer assassinado na próxima vida.

Desta forma, ele vai “nascer” com diversos objetivos a executar na vida e entre eles estará o de morrer assassinado. Só assim alcançará uma determinada elevação espiritual.

Portanto, o fato de alguém dar um tiro, enfiar uma faca, ou qualquer situação que leve à morte deste ser humanizado é importantíssima na encarnação dele. No momento que estiver programando a sua futura vida, criando os carmas (expiações), o espírito está consciente da necessidade de levar o tiro para morrer e preocupar-se-á em fazer de tudo para que isto aconteça.

Acontece que, para que ele leve o tiro, é necessário alguém que atire. Aquele que agirá como instrumento para que o carma se realize não pode ser qualquer um, mas será necessário alguém que tenha muito amor ao ser que encarnará.

Aquele que atirará terá também que reencarnar, às vezes sem necessidade para si mesmo, mas só por amor, levará uma vida onde talvez nunca encontre aquele que veio ajudar até que no momento certo ficará frente a frente com ele e dará o tiro.

Este é o amor ao próximo. É um amor que transcende os conceitos humanos, mas que se realiza na plenitude do mundo espiritual, da vida espiritual. O amor ao próximo transcende completamente os objetivos materiais.

O amor ao próximo não pode se apegar a fazer o “bem” ao ser humanizado porque muitas vezes na idéia de se fazer o “bem” ao ser humano, estaremos fazendo o “mal” para o espírito. Se o amigo daquele que deveria morrer se negar a dar o tiro, aquele espírito perdeu uma oportunidade de expiação e terá que reencarnar novamente para levar um tiro. Isto não é “mal” para o espírito?

Ficou clara a realidade do amor ao próximo? Um amor muito mais do que incondicional, mas transcendente ao materialismo. Um amor que vai além das leis, normas, objetivos, padrões materiais, mas que se inspira na realidade espiritual.

postado por: cristiano knoll Domingo, Novembro 23, 2008



Comments: 2012. Os Maias profetizaram. A ciência confirmou. E mesmo assim, os Governos não falarão uma palavra sobre isso para você.

Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o “apocalipse”, o “fim do mundo”, “o juízo final”, “o fim de um ciclo” e, nos mais otimistas, “o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada”. Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas e Religiosos das mais diferentes crenças afirmam que algo extraordinário ocorrerá em nosso planeta em 2012 (ou antes). Nunca antes uma data foi tão importante para muitas culturas, para muitas religiões, cientistas e governos.

Mas o que acontecerá na fatídica data de 21 de dezembro de 2012? Para muitos será o dia da aniquilação da raça humana devido a uma inversão dos pólos da Terra. Como isso seria possível? Devido a distúrbios nos campos magnéticos do Sol que, gerando colossais tormentas solares, afetarão a polaridade de todo o nosso planeta. Resultado: o campo magnético terrestre se inverterá imediatamente, com conseqüências catastróficas para a humanidade. Violentos terremotos demolirão todos os edifícios, alimentando tsunamis colossais e atividade vulcânica intensa. Na verdade, a crosta terrestre deslizará, arremessando continentes a milhares de quilômetros de sua localização atual.

Outros falam que grandes cataclismos serão gerados devido a passagem de um astro/cometa/planeta perto da Terra. Seria o “abominável da desolação” de Jesus, a “abominação desoladora” do profeta Daniel, a “grande estrela ardente com um facho, chamada Absinto” do Apocalipse de João, a “grande estrela“, “o grande rei do terror“, “o monstro” ou “o novo corpo celeste” de Nostradamus, o “astro Intruso” ou “planeta higienizador” de Ramatis, o “planeta chupão” citado por Chico Xavier, ou o “Planeta X” procurado pelos astrônomos, ou o “12º planeta” de Zecharia Sitchin, ou o “Nibiru/ Marduk” dos Sumérios, ou ainda o “Hercólubus” da turma da Gnose.

Para os cientistas da NASA a data será marcada pelas piores tormentas solares da história. Para os governos e a ONU algo terrível está para ocorrer com nosso planeta, por isso foi inaugurado no início de 2008 o “cofre do fim do mundo” que visa abrigar sementes de todas as variedades conhecidas no mundo de plantas com valor alimentício.

Outros esperam pelo “Juízo Final”, a separação espiritual do “joio e do trigo”, que se dará com a chegada de Jesus Cristo (ou numa visão mais moderna dos extraterrestres) e colapso total da civilização humana baseada no materialismo/egoísmo (fim do sistema econômico) e início de uma nova civilização voltada ao espiritualismo, amor e fraternidade. Nesta mesma linha de “juízo final”, outros falam que a chegada dos extraterrestres se dará após um cataclismo provocado pela passagem do “segundo sol” (como já falamos anteriormente). Ainda nesta teoria de colapso total da civilização humana devido a catástrofes e /ou fim do sistema econômico/ materialismo, leia também as profecias dos Maias que falam sobre isso. Não podemos esquecer que na visão espiritualista do “fim do mundo”, o lado material (catástrofes, fim do dinheiro, materialismo, consumismo, etc) é colocado em segundo plano. Não que isso não acontecerá. Eles falam que sim, mas o que vai separar um mundo do outro é uma mudança consciencial: a consciência egoísta e individualista “sou ser humano, pertenço ao planeta Terra” morrerá e nascerá a consciência universalista “sou a encarnação de um espírito, pertenço ao Universo”. Lembrando que os espíritos reprovados no “juízo final”, ou seja, aqueles que não mudarem a consciência frente as últimas “provas”, serão exilados no Nibiru/ Planet X e terão que recomeçar do zero todo o processo de reencarnação, enquanto que os aprovados para a nova Terra vão estar livres de recordações do passado e qualquer traço de egoísmo e individualismo. Serão os habitantes da Terra de regeneração (como os espíritas falam).

Para os WebBots algo devastador vai ocorrer em 2012.

Também leia nosso arquivo de Profecias para 2012 e nossa nova seção de Perguntas e Respostas.

Como pôde ver, muitos têm a sua versão do que vai ocorrer em 2012 (ou antes). Mas se notar você vai ver que não será o “fim do mundo”, mas o fim de um tipo de mundo. Não nos restam dúvidas que a nossa civilização está à beira do colapso. Prova maior disso é a atual crise financeira mundial e o aumento das catástrofes naturais, além do agravamento da violência e distúrbios psicológicos. Qualquer um que usar a inteligência deve compreender que, se não houver uma mudança radical em nossa forma de viver, nossa sociedade não terá como sobreviver por mais 10 anos.

postado por: cristiano knoll Domingo, Novembro 23, 2008




arquivo